sexta-feira, novembro 02, 2007
...
Vocês gostarão de mim, mesmo careca?
Joana (ligeiramente alcoolizada) - Sr. Cabeleireiro!!! Marquei para você me cortar o cabelo na 6ª Feira à tarde...
Rocha (ligeiramente incomodado pelos berros) - Hum... Tu já me atendeste uma vez lá em cima, não foi? (leia-se "lá em cima" como Serviço de Urgências)
Joana (ligeiramente a lembrar-se que o tinha picado várias vezes...Todas elas necessárias!) - Hum... Foi...
Rocha (ligeiramente esboçando um sorriso maléovolo) - Tenho uma coisa gira para fazer no teu cabelo!
Catarina (amiga micaelense que tem um cão de loiça chamado "Foguete" e que além de estar muito bêbeda não é ligeiramente discreta) - Tás tan fudida!!
(Reparem na minha tentativa de imitar o sotaque micaelense)
quinta-feira, novembro 01, 2007
A Marta
O culto da incompetência... Novamente!!
Devido a atrasos na consolidação do mapa de vagas em referência, o mesmo será publicado neste local apenas no próximo dia 2 de Novembro e não dia 31 de Outubro, conforme o previsto no Aviso de abertura daquele concurso.
Pedimos desde já, desculpa, por qualquer incómodo que este atraso possa vir a causar."
terça-feira, outubro 30, 2007
Manifesto anti-pasta!

O ex-internacional português Fernando Couto, actualmente no Parma, foi hoje suspenso por três jogos pela Federação Italiana de futebol por ter cuspido em direcção a um jogador adversário."
sexta-feira, outubro 26, 2007
Contagem decrescente :)
terça-feira, outubro 23, 2007
Mafalda Veiga - Cúmplices (ao vivo Coliseu)
Eu bem tentei gravar, no outro dia com o meu telemóvel mas, como sou a rainha das tecnologias (como todos sabem...) no momento de guardar, aquilo evaporou-se tal e qual o bafo a àlcool do Jorge Palma... Mas pronto, aqui fica a imitação da minha actual canção favorita da Mafalda. Se olharem com muita atenção quase que podem ver o João Pedro Pais lá ao fundo a cantar "Na na na na na" (como sempre!)
A noite vem às vezes tão perdida
E quase nada parece bater certo
Há qualquer coisa em nós inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto
Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tanta vezes o que resta, do calor
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Trocamos as palavras mais escondidas
Que só a noite arranca sem doer
Seremos cúmplices o resto da vida
Ou talvez só ate amanhecer
Fica tão fácil entregar a alma
A quem nos traga um sopro do deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
